A inclusão não é caridade – é justiça

Imagine bater porta após porta à procura de um emprego, e ser rejeitado; não por falta de qualificações, mas porque é portador de uma deficiência. Imagine precisar de ir ao médico, de chegar à escola ou de apanhar o autocarro para o trabalho, e descobrir que o acesso a esses serviços básicos foram pensados para todos… menos para si. Para milhões de pessoas com deficiência em toda a União Europeia, isto não é ficção – é a realidade diária.

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